Quando uma empresa decide organizar seu ativo imobilizado, normalmente o foco inicial está no inventário patrimonial. Afinal, localizar os bens, validar sua existência física e atualizar as informações cadastrais são etapas fundamentais para fortalecer a gestão dos ativos.
Entretanto, existe um fator que muitas organizações subestimam e que pode determinar o sucesso ou o fracasso de todo o projeto: a escolha das placas patrimoniais.
Embora pareçam apenas um detalhe operacional, as plaquetas patrimoniais representam a base de todo o processo de identificação, rastreabilidade e controle dos ativos ao longo de sua vida útil. Uma placa inadequada pode comprometer inventários futuros, dificultar auditorias, aumentar custos operacionais e reduzir significativamente a confiabilidade das informações patrimoniais.
Por esse motivo, empresas especializadas em organização patrimonial sabem que um inventário de qualidade começa muito antes da primeira visita em campo. Ele começa com a definição da tecnologia de identificação que acompanhará aquele ativo durante muitos anos.
A placa patrimonial é a identidade do ativo
Assim como uma pessoa possui documentos que comprovam sua identidade, cada ativo da empresa precisa possuir uma identificação única.
É essa identificação que conecta o bem físico às informações existentes no sistema patrimonial.
Quando um colaborador consulta um equipamento através do número patrimonial, ele pode acessar informações como:
- Data de aquisição;
- Valor de compra;
- Fabricante;
- Modelo;
- Número de série;
- Centro de custo;
- Localização;
- Responsável;
- Histórico de movimentações;
- Manutenções realizadas.
Sem uma identificação confiável, todo esse histórico perde consistência.
A placa patrimonial deixa de ser apenas um adesivo e passa a ser o principal elo entre o patrimônio físico e a gestão empresarial.
O erro mais comum: escolher a placa apenas pelo preço
Durante processos de inventário, é comum encontrar empresas que adquiriram placas patrimoniais considerando apenas o menor custo unitário.
Essa decisão pode parecer vantajosa no momento da compra, mas frequentemente gera problemas poucos meses depois.
Entre as situações mais comuns estão:
- Descolamento das placas;
- Impressão apagada;
- Danos causados por produtos de limpeza;
- Quebras em ambientes industriais;
- Perda da numeração patrimonial.
Quando isso acontece, o ativo perde sua identificação e passa a exigir retrabalho durante os próximos inventários.
O que parecia economia transforma-se em aumento dos custos operacionais.
Por isso, a escolha da placa deve considerar o custo total ao longo de toda sua vida útil e não apenas o valor de aquisição.
Cada ambiente exige uma solução diferente
Outro erro recorrente é utilizar o mesmo modelo de placa para todos os tipos de ativos.
Na prática, diferentes ambientes exigem diferentes materiais.
Um escritório administrativo possui necessidades completamente diferentes de uma indústria siderúrgica, de um laboratório ou de um hospital.
Entre os fatores que precisam ser considerados estão:
- Temperatura;
- Umidade;
- Produtos químicos;
- Atrito;
- Exposição ao sol;
- Lavagens frequentes;
- Ambientes externos.
Quando essas características são ignoradas, a durabilidade da identificação é significativamente reduzida.
Placas de Poliéster: versatilidade para a maioria das empresas
As placas de poliéster são atualmente uma das soluções mais utilizadas em projetos patrimoniais.
Isso ocorre porque oferecem excelente equilíbrio entre custo, durabilidade e qualidade de impressão.
São recomendadas para:
- Escritórios;
- Escolas;
- Universidades;
- Condomínios;
- Hospitais;
- Clínicas;
- Laboratórios;
- Empresas de serviços.
Quando produzidas com materiais de alta qualidade e adesivos industriais, podem permanecer legíveis por muitos anos.
Placas metálicas para ambientes severos
Em ambientes industriais, onde existe grande exposição ao calor, abrasão ou produtos químicos, as placas metálicas costumam apresentar melhor desempenho.
Modelos em alumínio e aço inox oferecem elevada resistência mecânica e excelente durabilidade.
São amplamente utilizados em:
- Indústrias metalúrgicas;
- Mineração;
- Portos;
- Usinas;
- Petroquímicas;
- Equipamentos pesados.
Nesses ambientes, investir em placas de maior resistência representa economia ao longo do ciclo de vida dos ativos.
O papel do adesivo na durabilidade das placas
Um aspecto frequentemente negligenciado é o adesivo utilizado nas plaquetas patrimoniais.
Mesmo uma excelente impressão pode perder completamente sua utilidade caso a placa se desprenda do equipamento poucos meses após sua instalação.
Por isso, projetos profissionais utilizam adesivos industriais desenvolvidos para proporcionar elevada aderência em diferentes superfícies.
A escolha correta do adesivo é tão importante quanto a escolha do próprio material da placa.
QR Code: muito além da identificação
Nos últimos anos, o QR Code tornou-se uma das maiores evoluções da identificação patrimonial.
Ao integrar o QR Code às placas, a empresa passa a oferecer acesso imediato às informações do ativo através de um smartphone ou tablet.
Isso permite consultar:
- Dados técnicos;
- Fotografias;
- Manual do equipamento;
- Nota fiscal;
- Certificados;
- Histórico de manutenção;
- Localização.
Além de agilizar inventários, essa tecnologia fortalece a gestão operacional dos ativos.
RFID: o futuro da identificação patrimonial
Empresas que administram milhares de ativos vêm adotando cada vez mais soluções baseadas em RFID (Radio Frequency Identification).
Diferentemente das etiquetas convencionais, o RFID permite leitura por radiofrequência sem necessidade de contato visual.
Entre seus principais benefícios destacam-se:
- Inventários muito mais rápidos;
- Redução de erros humanos;
- Leitura simultânea de diversos ativos;
- Maior rastreabilidade;
- Automação de processos.
Embora o investimento inicial seja superior ao das placas convencionais, o ganho de produtividade costuma justificar sua utilização em operações de grande porte.
A escolha da placa influencia todas as etapas do inventário
Quando a identificação patrimonial é bem planejada, todas as etapas do projeto tornam-se mais eficientes.
As equipes conseguem localizar ativos com maior rapidez.
Os registros são atualizados com menor incidência de erros.
As auditorias encontram maior facilidade para validar a existência física dos bens.
Os próximos inventários exigem menos tempo e menor esforço operacional.
Em outras palavras, uma boa placa patrimonial continua gerando benefícios muito depois da conclusão do inventário.
A importância da padronização
Outro aspecto fundamental é a padronização.
Empresas que utilizam diferentes modelos de placas, formatos variados de numeração e critérios distintos de identificação acabam criando dificuldades para sua própria gestão.
Projetos profissionais estabelecem padrões para:
- Numeração patrimonial;
- Layout das placas;
- Tecnologia utilizada;
- Material de fabricação;
- Critérios de instalação.
Essa uniformidade facilita futuras expansões e mantém a consistência dos controles patrimoniais.
Como a AXS desenvolve projetos de identificação patrimonial
Na AXS Consultoria Empresarial, a escolha das placas patrimoniais faz parte da estratégia de organização do patrimônio.
Antes da fabricação, são avaliados fatores como:
- Segmento da empresa;
- Ambiente operacional;
- Tipo de ativo;
- Necessidade de rastreabilidade;
- Integração com sistemas patrimoniais;
- Exigências futuras de auditoria.
A empresa oferece soluções completas em:
- Placas Patrimoniais de Poliéster;
- Placas de Alumínio;
- Placas de Inox;
- HospTagAXS para hospitais;
- QR Code Patrimonial;
- RFID;
- Identificação personalizada;
- Produção própria com controle de qualidade.
Essa abordagem garante que a identificação patrimonial acompanhe toda a vida útil do ativo.
Um inventário eficiente começa muito antes da contagem dos ativos
O sucesso de um projeto de inventário não depende apenas da experiência da equipe responsável ou da tecnologia utilizada durante o levantamento.
Ele começa pela capacidade de identificar corretamente cada bem da organização.
Uma placa patrimonial de qualidade representa muito mais do que uma etiqueta colada em um equipamento.
Ela é o ponto de partida para a rastreabilidade, para a governança corporativa, para as auditorias e para toda a gestão do ativo imobilizado.
Escolher corretamente a tecnologia de identificação significa reduzir retrabalho, aumentar a confiabilidade das informações e proteger um investimento que acompanhará o patrimônio da empresa durante muitos anos.
Por isso, todo bom projeto de inventário começa exatamente onde muitos imaginam que ele termina: na escolha da placa patrimonial ideal.
AXS Consultoria Empresarial – Divisão de Placas Patrimoniais
Especialistas em Placas Patrimoniais de Poliéster, Alumínio, Inox, QR Code, RFID, HospTagAXS e Soluções Completas para Identificação e Organização do Ativo Imobilizado.
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